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Apresentação


                                           JORGE MORAES ou JORGE ENFERMEIRO

A Enfermagem é uma Profissão essencial nos serviços de saúde, que utiliza não só conhecimento específicos ou relacionados á área da saúde em hospitais, mas também que integra e aplica conhecimentos derivados de outras áreas, como as ciências sociais, comportamentais, naturais e humanas. Sendo assim, o Enfermeiro (a) que atuam no mercado de Trabalho devem fundamentar suas ações na criatividade desses conhecimentos e ter habilidade e competência que visem um cuidado individualizado as Pessoas. Devem, também, acompanhar as constantes mudanças tecnológicas, econômicas e culturais da humanidade, adaptando-as em seu cotidiano e ultilizando-as para subsidiar programas de educação continuada para a população.

Para se contemplar a estruturação da significação humana, devemos entendê–la como dividida por camadas de complexidade semântica. Desde a caracterização de dados, passando por informação, depois conhecimento para enfim chegarmos à competência, escalamos rumo a uma maior abstração, o que podemos entender como um aumento de interação humana, estágio após estágio.


O que os meios de comunicação digital oferecem em larga escala, através da publicação na internet, são unicamente informações, construídas com os dados das diversas bases instaladas.
Este SITE tem por finalidades, levar informações as pessoas que tanto necessitam de conhecimento de enfermagem, anatômia, fisiológia e conhecimentos gerias... Não é um SITE PORNÔ... Os assuntos aqui presente são cientificos...
A abertura desse espaço pode ser um passo importante na melhor compreensão do pensamento científico. Espera-se assim trazer esse pensamento para mais perto da pesquisa científica propriamente dita, bem como desmistificar os tabús, oriúndos da falta de cultura e dos conhecimentos cientificos.

Segundo Setzer:


“…dados são puramente sintáticos enquanto informação contém, necessariamente, semântica. Conhecimento é uma abstração interior (…) relacionada a alguma coisa existente no mundo real e do qual temos uma experiência direta”.


Os dados são, dos quatro termos propostos, os únicos passíveis de uma real definição. Isto porque são os que menos dependem de interpretação, ou interação humana para gerar seu valor.


Informação e conhecimento dependem, em proporções diferenciadas, do agente interpretante para se constituírem. Sem o papel desempenhado pelo internauta, configuram–se apenas como possibilidades, um vir–a–ser digital. Por fim, a análise da competência não cabe neste momento, visto que caracteriza–se pela intervenção física de seu agente. Está exibida apenas para fins ilustrativos.


Hoje em dia vivemos o processo de transformação de dados em informação, e por isso ainda estamos num momento de trocas objetivas de dados, e no máximo, em agrupamentos de dados, sem que utilizemo–nos de maneira a gerar valor social.


A transformação de informação em conhecimento necessita, além de habilidades técnicas para a captação dos dados e sua formatação em informações relevantes, de um repertório teórico que possibilite uma abstração da informação e um vislumbre de sua aplicação prática.


Resumidamente:


Dados são quantificáveis

Informação associa–se à semântica

Conhecimento à interpretação

Competência está associada à capacidade física


Trabalhando melhor com a arquitetura da informação


Se os ambientes digitais diferem das relações presenciais entre indivíduos e a mensagem sofre as alterações e influências dos meios de comunicação utilizados para seu transporte, do emissor ao receptor, são mais complexos os processos de construção de significados e de conhecimento entre os interagentes.


As ferramentas da arquitetura da informação (apresentadas em artigos anteriores aqui no Webinsider, veja ao lado) devem auxiliar o trabalho do receptor para interpretação das mensagens, afim de torná–las efetivamente informação, recursos com os quais chegará ao conhecimento.


O ciberespaço apresenta–se como campo fértil para mediadores e interagentes do processo do conhecimento, pois ao tempo que permite o acúmulo e a recombinação dos dados para que o receptor utilize–os como informação, também são estas informações alteradas pelas respostas de seu receptor, que agora passa a interagir como emissor, num sistema complexo de significações que abraçam os dados, os canais de transmissões digitais e as re–alimentações propiciadas pelos usuários deste sistema.